
Lembro-me de ti, às vezes, poucas. Não tantas quanto as que achei que me ia (ou que devia) lembrar. Hoje a minha pele (re)conhece a efemeridade dos sentimentos - essa impostora que trai tudo o que acreditamos ser puro e para sempre.
E tenho pensado se esta efemeridade será uma constante na minha vida, quebrando sarcasticamente as regras que ela própria determina e exige... assombrando-me para sempre.
E pergunto-me onde estaríamos se o nosso passado continuasse a ser o meu presente.
E tenho pensado se esta efemeridade será uma constante na minha vida, quebrando sarcasticamente as regras que ela própria determina e exige... assombrando-me para sempre.
E pergunto-me onde estaríamos se o nosso passado continuasse a ser o meu presente.
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