A vida é distante no tempo suspenso, a vida é distante no nosso presente. É quente o que vejo mas frio o que sinto. É mentira o que tenho mas sei o que vejo no meu labirinto. A vida é distante
de tempo intenso. A vida é distante no fumo imenso. É quente o pó, é cego o nó, é mentira o que vem, mas vejo o que sinto no meu labirinto.
No meu labirinto, há gente que cai. Depois de perder há gente que cai.
Vê quem parou. Olha o que dói.
A vida é distante e o tempo foge. A vida é distante e o tempo urge. Está quente o Sol mas frio o chão. Tudo é ilusão!!! Não vês o que sinto no meu labirinto?
Tiago Bettencourt - Labirinto
de tempo intenso. A vida é distante no fumo imenso. É quente o pó, é cego o nó, é mentira o que vem, mas vejo o que sinto no meu labirinto.
No meu labirinto, há gente que cai. Depois de perder há gente que cai.
Vê quem parou. Olha o que dói.
A vida é distante e o tempo foge. A vida é distante e o tempo urge. Está quente o Sol mas frio o chão. Tudo é ilusão!!! Não vês o que sinto no meu labirinto?
Tiago Bettencourt - Labirinto
2 comentários:
a ausência do presente leva-nos ao labirinto, onde o que idealizamos não corresponde ao que realizamos!
E será que quando está um frio de rachar, conseguimos sentir o Sol bater no chão?
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