Olá. Sou eu. Costumava correr para os teus braços e aninhar-me no teu colo. Pedias sempre que te dissesse mais uma vez que gostava de ti e que ia sempre abraçar-te e beijar-te, como que se tivesses medo que essas palavras e sentimentos um dia se esgotassem. Não sei quando nem como nos tornámos no oposto.
Eu sei, não te lembras.
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