o corpo desfocado soluça enquanto as mãos trémulas medem a pulsação e o coração desesperado faz nascer nós na garganta. conto, infinitas vezes, até 3 para não vomitar os estilhaços. 1, 2, 3… 1, 2, 3… conto até já não me lembrar porque comecei a contar.
as lágrimas molham os joelhos e o corpo em movimentos autistas quer correr contra a parede e sair para a rua.
tudo treme numa mistura de pressa para apanhar ar e medo que me vejam chorar.
saio
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